
A Região do Algarve iniciou o apoio estruturado a toxicodependentes na década de 1980. Médicos de Família, como o Dr. Álvaro Pereira, Dr. João Goulão ou Dra. Graça Soares, iniciaram nessa época as primeiras atividades regulares nos respetivos Centros de Saúde.
Em 25 de Abril de 1988, foi inaugurado o primeiro serviço do Ministério da Saúde dedicado especificamente ao tratamento da toxicodependência: o SPAT (Serviço de Prevenção e Atendimento a Toxicodependentes).
O SPAT assegurou o alargamento a diversos Centros de Saúde do Algarve, nomeadamente:
- Olhão – 1988
- Albufeira – 1989
- Tavira – 1990
- Vila Real de Santo António – 1991
Em 1990 foi criado o SPTT (Serviço de Prevenção e Tratamento da Toxicodependência), entidade que agregou todas as estruturas do País dedicadas ao tratamento da toxicodependência, pertencentes ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Justiça. Este, substituiu-se ao SPAT, dando origem à Direção Regional do Algarve, que acumulou parte da região do Alentejo, até 1997.
Em 1992, a 2 de Novembro, o SPTT criou, em Olhão, o CAT (Centro de Atendimento a Toxicodependentes), com uma extensão em Tavira e uma consulta em Vila Real de Santo António, sendo posteriormente criadas em Olhão a UDTS (Unidade de Dispensa de Terapêutica de Substituição) (1995) e a UD (Unidade de Desabituação) (1996) e o CAT de Portimão (1997).
Em 1998, na área da reinserção, a Direção Regional do Algarve do SPTT foi pioneira ao candidatar-se a diversos projetos cofinanciados, dos quais destacamos o projeto Rede de Artesãos, tendo sido criada, em 2000 uma estrutura para o implementar: o SABER (Serviço de Enquadramento Bio-psico-social).
Em 1999, a Direção Regional do Algarve do SPTT foi pioneira ao criar, a 13 de Julho, o seu próprio sítio na Web (único no âmbito das Direções Regionais), que foi encerrado após a fusão entre o SPTT e o IPDT (Instituto Português da Droga e da Toxicodependência).
Em 2002, a fusão do SPTT com o IPDT deu origem ao IDT (Instituto da Droga e da Toxicodependência), entidade de que a Delegação Regional do Algarve passou a depender (Decreto-Lei nº 269-A/2002 de 29 de Novembro).
Em 2007, houve uma reestruturação nacional: o Decreto-Lei n 221/2007, de 29 de Maio veio alterar a estrutura existente. Foi, então, criado um Centro de Respostas Integradas (CRI), dependendo da nossa Delegação Regional e complementando os serviços já assegurados no Algarve através das diferentes Equipas Técnicas Especializadas: Prevenção; Tratamento; Redução de Riscos e Minimização de Danos e Reinserção.
Em 2011 continuaremos a dar o nosso melhor a todos os que residem ou se deslocam até à Região do Algarve.
Organograma do IDT, IP, na Região do Algarve:

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