Apresentam-se em forma de comprimidos ou cápsulas, de vários tamanhos e cores, em ampolas e supositórios. No mercado ilegal é frequente o conteúdo da cápsula não corresponder ao indicado na embalagem.
Em geral são administradas por via oral; a forma intravenosa é reservada como anestesia para tratar as crises convulsivas agudas.
Nas lactantes costuma administrar-se por via rectal. Não é aconselhada a injeção intramuscular já que os seus compostos solúveis causam uma forte dor e necroses no lugar da punção. Alguns consumidores dissolvem-nas em água para injetar na veia, com o risco de criar abcessos, feridas graves, gangrena, etc.